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Calendário de 2020 traz três novas localizações

Jonathan Paredes
O Circuito Mundial regressa para a sua 12ª temporada com oito etapas entusiasmantes espalhadas pelo globo

Com três novas localizações, o 'line up' de atletas permanentes mais jovem de sempre e os mesmos standards para os homens e para as mulheres, o Circuito Mundial progride para uma nova década. Com os campeões em título Rhiannan Iffland (AUS) e Gary Hunt (GBR) na defesa da coroa, o desporto que combina quedas livres de alturas até aos 27 metros e velocidades acima dos 85km/h regressa após uma temporada em que se quebraram recordes.

Concentração pura, técnica e controlo físico perfeitos são elementos mandatórios na jornada dos atletas em busca do glorioso Troféu King Kahekili. Em localizações que variam de maravilhas naturais a locais históricos e águas intocadas em quatro continentes, este desporto em crescendo volta a quebrar barreiras em 2020, ao longo de oito duras etapas e competições.

Este ano, o Circuito Mundial traz como novidades as etapas de Bali, na Indonésia, de Oslo, na Noruega, e de Sydney, na Austrália. Será um momento emocional quando tetracampeã em título, Iffland, saltar em solo caseiro, no Porto de Sydney, pela primeira vez no Circuito Mundial.

Porém, antes de poderem experienciar esta atmosfera especial, os atletas do Red Bull Cliff Diving World Series lançar-se-ão de alturas de 27 (homens) e 21 metros (mulheres), entrando na água menos de três segundos depois, em clássicos como França, EUA, Itália, Portugal e Bósnia e Herzegovina.

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Um arranque de temporada no paraíso: Bali espera pela elite do cliff diving. Foto: Andreas Sacherer/Red Bull Content Pool.

Os primeiros saltos da temporada são dados num dos cenários mais exóticos do mundo, num local completamente novo à competição: Bali. Lá, os homens e as mulheres do Circuito Mundial vão poder demonstrar as suas capacidades em dois locais paradisíacos: no Desfiladeiro Aling Aling e em Nusa Penida.

Da paisagem verde e das areias brancas da Indonésia, o Circuito Mundial parte para um local que faz um muito aguardado regresso ao calendário: La Rochelle, França. Pela primeira vez, as mulheres vão poder experienciar este intenso local na Baía de Biscaia, cuja torre de defesa de São Nicolau serviu de plataforma de lançamento para a primeiríssima etapa do Circuito Mundial, em 2009.

As águas tranquilas que rodeiam Hell's Gate, no Lago Possum Kingdom, serão novamente perturbadas no final de junho quando milhares de fãs em barcos, kayaks e pranchas de paddle se encontrarem para uma festa no lago.

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A ação regressa ao popular Lago Possum Kingdom após uma pausa de um ano. Foto: Romina Amato/Red Bull Content Pool.

Novamente na Europa, os atletas regressam ao sítio onde as casas se erguem das rochas e 70 mil fãs acompanham ansiosamente cada salto: Polignano a Mare, no sul de Itália. De uma varanda privada na falésia, o Circuito Mundial viaja para um 'roof top' sósia de iceberg, no topo da Fiorde de Oslo. Quando as plataformas estiverem montadas na Casa da Ópera de Oslo, os 24 atletas irão competir na capital norueguesa pela primeira vez.

Daí, partem para a localização no planeta que mais vezes recebeu o Circuito Mundial Red Bull Cliff Diving: o Ilhéu de Vila Franca do Campo, em São Miguel, Açores. Para o seu 9º ano consecutivo de circuito, esta etapa que costuma ocupar o meio da temporada avança no calendário e torna mais 'picante' a fase final do campeonato. Setembro é a data mais tardia de sempre no Ilhéu, que irá testar os membros e mentes dos atletas ao limite com as suas condições naturais implacáveis.

O drama continua em Mostar, onde a histórica Stari Most serve de palco à penúltima etapa da temporada, um ponto crucial em que a pressão pode fazer ou quebrar a temporada de um atleta. No ano passado, Hunt e Iffland asseguraram lá os seus títulos e Constantin Popovici (ROU) recebeu um pleno de 10 por parte do júri, fazendo assim o segundo salto perfeito da história do Red Bull Cliff Diving.

Depois de sete meses de ação à volta do globo, o Circuito Mundial de 2020 acaba com a sua primeira etapa de sempre na Austrália, onde dois campeões serão coroados frente a milhares de fãs no Porto de Sydney. Os olhos vão estar postos na atleta mais condecorada do desporto, Rhiannan Iffland, que espera conseguir um regresso a casa de sonho. A luta dos homens também será decidida na plataforma de 27 metros propositadamente construída no centro do porto.

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Uma estreia na Austrália para terminar a temporada. Foto: Brett Hemmings/Red Bull Content Pool.

Quando a temporada de 2020 arrancar, o Circuito Mundial irá entrar numa nova era, em que o mesmo número de atletas masculinos e femininos terão estatuto permanente (8) e seguem o mesmo formato de competição e uma nova geração de atletas força a sua entrada.

Ainda que Gary Hunt, oito vezes campeão, seja o atleta a apanhar, Greg Louganis, diretor desporto, acredita que está tudo em aberto na categoria masculina esta temporada, com saltadores estabelecidos a subir o nível e novas caras a subir ao pódio regularmente. Com duas novas saltadoras permanentes na categoria feminina, Maria Paula Quintero, a primeira adolescente a conseguir um lugar permanente, e Iris Schmidbauer, a competição ficará mais dura para a campeã Iffland também.

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Com base nas prestações do ano passado, 2020 poderá dar-nos uma luta de titãs entre Gary Hunt e Constantin Popovici. Foto: Dean Treml/Red Bull Content Pool.

A luta pela glória no Circuito Mundial de 2020 será, mais uma vez, um desafio reservado aos melhores dos melhores.

Calendário do Circuito Mundial Red Bull Cliff Diving de 2020

16 de maio – Bali, Indonésia – NOVA ETAPA
6 de junho – La Rochelle, França
27 de junho – Texas, EUA
19 de julho – Polignano a Mare, Itália
15 de agosto – Oslo, Noruega – NOVA ETAPA
6 de setembro – São Miguel, Açores, Portugal
26 de setembro – Mostar, Bósnia e Herzegovina
7 de novembro – Sydney, Austrália – NOVA ETAPA