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Os 12 locais mais 'Instagramáveis' do Cliff Diving

Adriana Jimenez
Para celebrar os 10 anos do Circuito Mundial, vê os locais onde se conseguem as melhores fotos e vídeos de cliff diving para o Instagram.

Impressionantes, majestosos e inspiradores: estes são apenas alguns dos adjetivos normalmente utilizados para descrever os saltos dos corajosos e talentosos atletas do Circuito Mundial do Red Bull Cliff Diving. No entanto, não são apenas as manobras impressionantes dos participantes que fazem os fãs ficar de 'boca aberta' ou com arrepios na pele: os locais escolhidos são um pano de fundo especial, com tanta espectacularidade como os próprios saltos.

Em 2018, o Circuito Mundial de Cliff Diving vai celebrar o histórico décimo ano de competição com início em Hell's Gate, a famosa localização no Texas onde homens e mulheres começam a luta pelo Troféu Rei Kahekili. Na última década, os atletas viajaram pelos quatro cantos do planeta e mostraram as suas capacidades únicas em diversos locais; desde rochas vulcânicas a lagoas exóticas, passando por cascatas únicas e monumentos históricos, nenhum local está verdadeiramente fora de hipótese para receber os participantes, os fãs e os fotógrafos que captam todos os instantes de cada salto.

Para celebrar os 10 anos de Red Bull Cliff Diving, vê os 12 sítios com mais potencial para criar conteúdo de Instagram em todo o Circuito Mundial:

12. Fortalezas Marinhas de Maunsell, Reino Unido

As Fortalezas Marinhas de Maunsell, em Kent, foram construídas no Estuário do Rio Tamisa para defender o Reino Unido durante a 2ª Guerra Mundial. Os britânicos Blake Aldridge e Gary Hunt foram a escolha natural para lançar o primeiro evento do Circuito Mundial em águas britânicas – em 2012 – com um salto deste local histórico.

11. Wadi Shab, Omã

Wadi Shab, um vale escarpado com água cor de esmeralda, foi o local escolhido para a etapa final de 2012 e palco de uma luta intensa pela vitória entre Gary Hunt e Orlando Duque. Foi também a paragem mais quente de sempre no Circuito Mundial, com temperaturas a rondar os 45ºC.

10. Cabo San Lucas, México

O Arco do Cabo San Lucas, conhecido como 'El Arco', é uma formação rochosa natural com um arco de calcário que se levanta da praia. Jonathan Paredes e David Colturi usaram este local paradisíaco para fazer alguns saltos experimentais antes da temporada de 2017.

9. Polignano a Mare, Itália

Num sítio onde as casas são construídas nas rochas, os atletas passam por uma moradia privada para chegar à plataforma de saltos. Polignano a Mare fez parte do calendário em 2009, o primeiro ano de Circuito Mundial, e em 2018 vai marcar presença pela sétima vez em 10 anos de competição. Desta vez, será palco da última etapa da época, um evento onde tudo se decidirá.

8. Monte Fuji, Japão

Orlando Duque - 13 vezes campeão mundial de saltos das rochas – viajou até Kumomi, na base da montanha de 3.776 metros, e saltou de Ushitsuki Iwa, a 'Rocha do Touro', antes da primeira etapa oficial no Japão, em 2016.

7. Yucatán, México

Rachelle Simpson sagrou-se a primeira campeã feminina no 'Blue Cenote', Ik Kil, em 2014. As paredes cobertas de trepadeiras, as águas cristalinas e a vegetação densa fazem deste local um dos mais 'fotogénicos' do mundo.

6. Dubai, Emirados Árabes Unidos

A final de 2016 no Dubai foi o primeiro evento noturno do Red Bull Cliff Diving, exigindo atenção e habilidade extra dos atletas nos saltos do Pier 7 – um edifício circular com vista privilegiada para a cidade e para o Golfo Arábico. Gary Hunt e Rhiannan Iffland receberam os troféus de campeões à meia-noite.

5. Inis Mor, República da Irlanda

As escarpas impiedosas de Inis Mor, na Costa Atlântica da República da Irlanda, foram um duro teste aos atletas que aceitaram o desafio de saltar para uma piscina natural quase perfeitamente retangular, esculpida por milhares de anos de impacto da Mãe Natureza.

4. Museu Guggenheim Bilbao, Espanha

O imponente e icónico Museu Guggenheim Bilbao foi palco da simbólica 50ª etapa do Circuito Mundial, durante a temporada de 2015. Uma enorme multidão juntou-se no Rio Nervión river para o final da época, onde Steven LoBue ganhou a etapa mas não conseguiu evitar a vitória de Gary Hunt no Campeonato Mundial.

3. Nova Iorque, EUA

É quase impossível encontrar um local mais especial do que este para saltar – pode dizer-se que é 'um salto de liberdade'. No dia 19 de agosto de 2013, quando o sol raiava na 'cidade que nunca dorme', Orlando Duque voou para um salto histórico no porto de Nova Iorque, com a Estátua da Liberdade a ver com atenção.

2. Vila Franca do Campo, Açores

O lugar mais puro do mundo para fazer Cliff Diving. Mais uma vez, o Circuito Mundial regressa aos Açores em 2018, onde os atletas saltam diretamente das rochas vulcânicas para o Oceano Atlântico.

1. Ilha Hong, Krabi, Tailândia

No primeiro lugar da lista surge este verdadeiro paraíso natural, e não é difícil perceber porquê. A Ilha Hong fez parte de uma paragem com vários locais diferentes no final da época de 2013, com saltos das rochas para o magnífico Mar de Andamão. A costa de Krabi é uma maravilha geológica com penhascos de calcário que se formaram há 300 milhões de anos, e que permaneceram intocados até há cerca de 40 mil anos.

Sabe mais sobre o Red Bull Cliff Diving aqui